Oficinas
Oficina de Criação de Minhocas
As minhocas são agentes naturais de compostagem, reciclando resíduos orgânicos sem adição de nenhum componente sintético, com excelentes resultados para a fertilização do solo melhorando todos os seus aspectos físicos, químicos e biológicos. Nossa principal facilitadora, Cari, trabalha na criação de minhocas há quase vinte anos e conseguiu transformar seu quintal radicalmente com a ajuda desses seres maravilhosos. Inicialmente, a terra era basicamente composta de areia, já que a casa fica próxima a uma Duna, e hoje se podem ver húmus em todas as partes do terreno. Durante a oficina um pouco dessa história será contada. Os assuntos teóricos serão tratados e discutidos com o grupo nos momentos das práticas, com o objetivo de melhor assimilação do conteúdo. Será um dia de muita ação, em um espaço bonito, agradável e dinâmico no qual, as técnicas de aplicação da Minhocultura se fazem há mais de dezessete anos. Você verá como é possível com técnicas simples, algumas até adaptáveis a ambientes urbanos, a criação de minhocas para recuperação de solos.
Facilitadores:
• Catarina Camargo – Eng. Florestal • Pedro Cardoso – Biólogo • Cari – Minhocultora
Principais temas que serão abordados:
- Estratégias de manejo do minhocário - Importância da macro-vida do solo - Biologia da minhoca
Práticas que serão realizadas:
– Montagem e manejo de um Minhocário – Uso e aplicação do húmus
Local: Av. Pinto de Aguiar, n° 20. A casa, com pinturas no muro, fica no início da avenida do lado esquerdo da pista de quem vem da orla logo após o Motel Pegassus.
Data: 20 de março de 2010 Hora: 9h as 17h
Investimento:
R$50,00 (ciquenta reais) até dia 15/03 R$60,00 (sessenta reais) após o dia 15/03
- Inclui material didático e almoço
Formas de pagamento:
- Depósito bancário:
Pedro Henrique de Castro Brandão Cardoso Agência: 3457-6 Conta: 20.868-X Banco do Brasil
Inscrições:
- São feitas pelo site do IPB. Inscreva-se aqui! - Caso o participante não tenha acesso ao banco poderá fazer o pagamento no momento da oficina, à vista.
Oficina de Poda: Rejuvenescendo o sistema
A oficina terá abordagem prática e teórica envolvendo questões sobre a importância de realização de manejo adequado, utilizando-se a poda como estratégia de rejuvenescimento do sistema. Abordará também os diferentes tipos de poda, a melhor época, as ferramentas necessárias.
Venha conhecer um pouco mais sobre a poda de espécies frutíferas e o manejo dos Sistemas Agroflorestais!
Programação e Temas que serão abordados nesta oficina:
Facilitador: Alajaque de Jesus Souza, policultor, ex-monitor do Projeto Policultura no Semiárido.
• Apresentação do grupo e levantamento de expectativa • Introdução sobre a importância da poda e do manejo Agroflorestal para o sistema • Caminhada da área para diagnóstico • Discussão técnica sobre os vários tipos de poda • Planejamento do trabalho do dia • Atividade prática • Avaliação do dia
Local: Espaço Mangará (Areias, BA – mapa no site)
Data: 01 de maio de 2010 Hora: 9h as 17h
Carga horária: 8 horas
Investimento: R$60,00, inclui almoço
Formas de pagamento:
- Depósito bancário:
Pedro Henrique de Castro Brandão Cardoso Agência: 3457-6 Conta: 20.868-X Banco do Brasil
Inscrições:
- São feitas pelo site do IPB. Inscreva-se aqui! - Caso o participante não tenha acesso ao banco poderá fazer o pagamento no momento da oficina, à vista.
Cursos
Curso Manejo de Abelha Sem Ferrão
Facilitadores Isabel Fróes (Bióloga UFBA) Marcos Aurélio (Meliponicultor e estudante de Biologia FTC)
Principais temas Introdução sobre as abelhas (Biologia e Ecologia) Práticas de manejo (desde a antiguidade até hoje) Meliponicultura: algumas experiências
Práticas Análise e Manejo das colônias
Local Sítio Arapiranga Localiza-se na comunidade do Areal, Linha Verde, Km 70. Mapa no site.
Data 17 e 18 de abril de 2010 (Carga horária 16h)
Investimento $120,00 (até 12/04) $140,00 (após 12/04)
Inclui duas refeições por dia, CD com material de referência e área para camping. Próximo ao local há pousadas para quem preferir.
Formas de pagamento
- depósito bancário
Pedro Henrique de Castro Brandão Cardoso Agência: 3457-6 Conta: 20.868-X Banco do Brasil
Inscrições As inscrições serão feitas pelo site. Inscreva-se aqui!
Informações cursos@permacultura-bahia.org.br www.permacultura-bahia.org.br
Mutirões
Mutirões da Permacultura
Uma parceria IPB e OPA para fortalecer as iniciativas práticas de Permacultura nos espaços rurais com propósitos afins. Acontecem a cada bimestre em um local diferente.
12 e 13 de Março - Mutirão no Centro de Vivências da OPA 08 de Maio - Mutirão no Mangará
O mutirão é aberto a todas as pessoas sintonizadas com a permacultura. As áreas de trabalho dependem da demanda de cada Sítio naquele momento, mas normalmente englobam manejo das agroflorestas e hortas, da sementeira e do viveiro, dos lagos, das composteiras, dos minhocários e etc.
Obs: O Espaço Mangará realiza mutirões semanalmente, geralmente às terças feiras. Visite o blog www.espacomangara.blogspot.com e saiba como participar.
Carrossel Itinerante
Economia Solidária e Comércio Justo: princípios, convergências, diferenças e perspectivas por Diogo Ferreira
Confira uma prévia da palestra:
A Economia Solidária (EcoSol) cada vez mais ganha força no mundo e o Brasil é precursor deste movimento. Por sua vez, o Comércio Justo (CJ), movimento relativamente mais antigo e conseqüentemente mais organizado do que a EcoSol, passa por um dilema entre o desenvolvimento mais contestador ao sistema capitalista, baseado em princípios da EcoSol, e a cooptação das suas bandeiras pelo mercado. Enfim, ambos os movimentos e conceitos se complementam, porém em alguns momentos são divergentes. O que aproxima e fortalece estes movimentos é o consumo, porém que consumo é este, o consciente, responsável ou sustentável? São todos iguais ou há divergências entre eles?
Veremos quais os princípios da EcoSol e do CJ, onde se aproximam e divergem, além de analisar o impacto do consumo (consciente, sustentável e responsável) em cada um deles.
São basicamente estes três adjetivos que são ligados ao consumo:
Consumo sustentável O conceito de consumo sustentável passou a ser construído a partir do termo desenvolvimento sustentável, divulgado com a Agenda 21, documento produzido durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, em 1992. A Agenda 21 relata quais as principais ações que devem ser tomadas pelos governos para aliar a necessidade de crescimento dos países com a manutenção do equilíbrio do meio ambiente.
Acredito que a palavra sustentabilidade está muito mais relacionada a uma (outra?) forma de desenvolvimento do que a um padrão de consumo. Não há nenhuma instituição ou movimento que defenda este termo abertamente no país.
Consumo consciente O principal defensor e divulgador deste termo no Brasil é o Instituto Akatu (http://www.akatu.net/). O que por eles é interpretado é que o consumidor consciente basicamente é um bom cidadão, busca saber mais informações do produto, sabe do poder do boicote do consumo, utiliza racionalmente os recursos naturais (energia, água, etc). Não há nenhuma forma de contestação pela forma de desenvolvimento atual. Trocando em miúdos, o consumo consciente “É consumir levando em consideração os impactos provocados pelo consumo. Explicando melhor: o consumidor pode, por meio de suas escolhas, buscar maximizar os impactos positivos e minimizar os negativos dos seus atos de consumo, e desta forma contribuir com seu poder de consumo para construir um mundo melhor.” Além disso, o termo consciente é questionado por dois motivos:
1. O que garante que realmente sejamos conscientes dos nossos atos? Pode soar um pouco como prepotente. 2. Ter consciência não remete necessariamente a uma ação: “sou consciente das variáveis negativas ligadas ao consumo deste produto, mas mesmo assim irei consumi-lo”.
Consumo responsável Não há instituições que defendam publicamente este termo, porém no Sistema Brasileiro de Comércio Justo e Solidário o termo utilizado para se referir ao consumo é a palavra responsável, confira: http://www.facesdobrasil.org.br/cartilha-sncjs.html. Além disso, a palavra responsabilidade vem de resposta. Ou seja, eu não somente tenho consciência das variáveis negativas ligadas a este consumo, mas por isso não irei consumi-lo, pois tenho responsabilidade para com o ambiente que me cerca. Enfim, a palavra responsabilidade dá uma idéia de ação e resposta perante o modelo de consumo vigente, escolhendo o produto “x” (de um agricultor familiar, por exemplo) e não o produto “y” (de uma grande empresa, por exemplo) devido a uma escolha baseada numa contestação política da ordem posta.
Facilitador: Diogo Ferreira de Almeida Rego, integrante da Rede Moinho – Cooperativa de Comércio Justo e Solidário.
Data: 09 de março de 2010 Horário: 19h30 (1 hora e 30 minutos de duração) Local: Auditório do Ciranda Café Cultura & Artes, Rua Fonte do Boi, 131, 1º andar, Rio Vermelho.
O evento é aberto ao público. Favor confirmar presença pelo email permacultura@permacultura-bahia.org.br.
Biotecnologia Verde e Vermelha
Propõe uma visita panorâmica ao mundo atual do bionegócio e suas implicações na vida de mulheres e homens.
Facilitadora: Ana Reis. Médica, no movimento feminista pesquisa e escreve sobre biopolítica, bionegócio, patentes de seres vivos e as articulações entre o controle das sementes animais, vegetais e humanas.
Data: 06 de abril de 2010 Horário: 19h30 (1 hora e 30 minutos de duração) Local: Auditório do Ciranda Café Cultura & Artes, Rua Fonte do Boi, 131, 1º andar, Rio Vermelho.
O evento é aberto ao público. Favor confirmar presença pelo email permacultura@permacultura-bahia.org.br.
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